terça-feira, 19 de junho de 2012

O Sistema Linfático

O sistema linfático é uma rede complexa de órgãos linfóides, linfonodos, ductos linfáticos, tecidos linfáticos, capilares linfáticos e vasos linfáticos que produzem e transportam o fluido linfático (linfa) dos tecidos para o sistema circulatório. O sistema linfático é um importante componente do sistema imunológico, pois colabora com glóbulos brancos para proteção contra bactérias e vírus invasores. O sistema linfático possui três funções interrelacionadas: (1) remoção dos fluidos em excesso dos tecidos corporais, (2) absorção dos ácidos graxos e transporte subsequente da gordura para o sistema circulatório e, (3) produção de células imunes (como linfócitos, monócitos e células produtoras de anticorpos conhecidas como plasmócitos). Os vasos linfáticos têm a função de drenar o excesso de líquido que sai do sangue e banha as células. Esse excesso de líquido que circula nos vasos linfáticos e é devolvido ao sangue chama-se linfa. O baço, linfonodos e acessórios do tecido linfático são órgãos secundários do tecido linfático. Esses órgãos contém uma armação que suporta a circulação dos linfócitos-T e –B e outras células imunológicas tais como os macrófagos e células dendríticas. Quando micro-organismos invadem o corpo ou ele encontra outro antígeno (tal como o pólen), os antígenos são transportados do tecido para a linfa. A linfa é conduzida pelos vasos linfáticos para o linfonodo regional. No linfonodo, os macrófagos e células dendríticas fagocitam os antígenos, processando-os, e apresentando os antígenos para os linfócitos, os quais podem então iniciar a produção de anticorpos ou servir como células de memória para reconhecer o antígeno novamente no futuro. O baço, linfonodos e acessórios do tecido linfático são órgãos secundários do tecido linfático. Esses órgãos contém uma armação que suporta a circulação dos linfócitos-T e –B e outras células imunológicas tais como os macrófagos e células dendríticas. Quando micro-organismos invadem o corpo ou ele encontra outro antígeno (tal como o pólen), os antígenos são transportados do tecido para a linfa. A linfa é conduzida pelos vasos linfáticos para o linfonodo regional. No linfonodo, os macrófagos e células dendríticas fagocitam os antígenos, processando-os, e apresentando os antígenos para os linfócitos, os quais podem então iniciar a produção de anticorpos ou servir como células de memória para reconhecer o antígeno novamente no futuro. Linfedema: Um dos mais prevalentes distúrbios linfáticos é a insuficiência linfática, ou linfedema, que ocorre devido a um acúmulo de fluido linfático no tecido intersticial. Isso resulta em inchaço nos braços, pernas e às vezes em outras partes do corpo. A gravidade desta doença varia de complicações extremamente leves para uma desfigurante, infecção dolorosa e celulite profunda na pele. Se não for tratada, a pele torna-se eventualmente de fibrose (espessamento da pele e tecidos subcutâneos), com perda da estrutura normal, funcionalidade e mobilidade. Os dois tipos de linfedema são: Linfedema primário: É uma condição hereditária que ocorre devido à dificuldade ou falta de vasos linfáticos. Ela afeta de um a até quatro membros e até mesmo outras partes do corpo, inclusive órgãos internos. Pode apresentar no nascimento, se desenvolver com o início da puberdade ou ocorrer na idade adulta, sem causas aparentes. Linfedema Secundário: A desordem é basicamente adquirida, que ocorre devido a algum trauma, infecção ou cirurgia que interrompe os vasos linfáticos ou resulta na perda dos gânglios linfáticos. Filariose: A filariose é outro distúrbio do sistema linfático que ocorre a partir de uma infecção parasitária causando insuficiência linfática e, em alguns casos predispõe elefantíase (espessamento da pele e tecidos subjacentes, especialmente nas pernas, órgão genital masculino e seios femininos). Linfoma: Linfoma é um termo médico utilizado para um grupo de cânceres que se originam no sistema linfático. Os linfomas geralmente começam com a transformação maligna dos linfócitos (células brancas do sangue) nos gânglios linfáticos ou um punhado de tecido linfático em órgãos como o estômago ou intestinos. Linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin são duas grandes categorias de Linfoma, que se caracteriza pelo aumento dos gânglios linfáticos, geralmente presente na região do pescoço. Os sintomas do linfoma principalmente incluem fadiga crónica, a função imune baixa, perda de peso, suores noturnos e dor após o consumo de álcool. Linfadenopatia: linfadenopatia é um distúrbio linfático em que os linfonodos tornam-se inchados ou aumentados, devido a uma infecção. Por exemplo, inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço pode ocorrer como resultado de uma infecção na garganta. Linfadenite: Também conhecido como adenite, linfadenite é a inflamação do nó de linfa devido a uma infecção bacteriana do tecido no nó causando inchaço, vermelhidão e sensibilidade da pele que cobre o nó de linfa. Esplenomegalia: Esplenomegalia ou baço é outro distúrbio do sistema linfático, que se desenvolve devido a uma infecção viral, como mononucleose. Amigdalite: De muitos outros distúrbios do sistema linfático, amigdalite é outra doença causada por uma infecção das amígdalas, os tecidos linfóides presentes no fundo da boca, na parte superior da garganta. Esses tecidos linfóides ajudam a filtrar as bactérias e, quando infectados, tornam-se inchado e inflamado, levando a uma dor de garganta, febre e dificuldade e dor ao engolir. HIV / AIDS e doenças inflamatórias e doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico (LES), esclerodermia, granulomatose de Wegener, etc, são diretamente afetadas pelo sistema linfático. Assim, a insuficiência linfática dos órgãos internos e estilos de vida não saudáveis podem eventualmente levar a qualquer uma das referidas doenças do sistema linfático.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Os Adjetivos


Flexão de adjetivos

Os adjetivos podem sofrer três tipos de flexão: por gênero, por número e por grau.

Flexão de Gênero

Quanto a flexão de gênero, os adjetivos são divididos em dois tipos ou gêneros:
  • Adjetivos uniformes : Apresentam uma única forma para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplos: capaz, competente.
  • Adjetivos biformes : Apresentam duas formas para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplo: o homem burguês (masculino)/a mulher burguesa (feminino)
Para formar o feminino, os adjetivos levam a vogal -a no final do adjetivo e para formar o masculino eles levam a vogal -o no final do adjetivo. Exemplo: criativo (masculino)/criativa (feminino). Pode haver exceções, como no caso dos masculinos terminados em -eu, que podem fazer o feminino em -eia (europeu, europeia).

Flexão de Número

O adjetivo flexiona-se no plural de acordo com as regras existentes para o substantivo.
  • Nos adjetivos compostos, como regra geral, só o último elemento vai para o plural. Exemplo: poemas herói-cômicos
Há exceção para o adjetivo surdo-mudo, que faz o plural surdos-mudos.
  • Não há variação de número nem de gênero para os seguintes casos:
    • adjetivos compostos com nome de cor + substantivo: olhos verde-mar
    • adjetivo azul-marinho: calças azul-marinho
    • locuções adjetivas formadas pela expressão cor + de + substantivo: chapéus cor-de-rosa
    • os substantivos empregados em função adjetivas quando está implicita a ideia de cor: sapatos cinza
Regras para flexão de número para adjetivos compostos
  • Nos adjetivos compostos, só o último elemento vai para o plural
Exemplos:
  • lente côncavo-convexas
  • Nos adjetivos cores, eles ficam invariáveis quando o último elemento for um substantivo
Exemplos:
  • papel azul-turquesa/papéis azul-turquesa;
  • olho verde-água / olhos verde-água

Flexão de Grau

A única flexão de grau propriamente dita dos adjetivos é entre o grau normal e o grau superlativo absoluto. Exemplos: atual - atualíssimo, negro - nigérrimo, fácil - facílimo. Algumas palavras ainda admitem o grau comparativo. Exemplos: grande - maior,pequeno - menor, bom - melhor (não confundir com o advérbio bem - melhor. Exemplo: Esse é bom, aquele é melhor ≠ Ele fezbem, você fez melhor).
Nos demais casos, o grau é indicado não por flexões, mas por advérbios. São distintos os seguintes graus:
  • Comparativo de igualdade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de igualdade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: tanto...quanto, ...assim como..., tão...quanto, ...do mesmo jeito que..., e outras variações. Por exemplo: "Fulano é tão alegre quanto sicrano".
  • Comparativo de superioridade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de superioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: mais...que ou mais...do que. Exemplo: "José é mais alegre que Pedro".
  • Comparativo de inferioridade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de inferioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: menos...que ou menos...do que. Exemplo: "José é menos alegre que Pedro".
  • Superlativo absoluto (analítico): Exprime um aumento de intensidade sobre o substantivo determinado pelo adjetivo, sem compará-lo com outros da mesma espécie. Exemplo: "José é muito alto".
  • Superlativo absoluto (sintético): É expresso com a participação de sufixos. O mais comum é –íssimo. Exemplo: “Trata-se de um artista originalíssimo”, “Seremos tolerantíssimos”.
  • Superlativo relativo de superioridade: Exprime uma vantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o mais alto de todos".
  • Superlativo relativo de inferioridade: Exprime uma desvantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o menos alto

Locução adjetiva

Locução adjetiva é a reunião de duas ou mais palavras com função de adjetivo. Elas são usualmente formadas por:
  • uma preposição e um advérbio
  • uma preposição e um substantivo
Exemplos:
  • Conselho da mãe = Conselho materno
  • Dor de estômago = Dor gástrica
  • Período da tarde = Período vespertino
  • Conselho de pai = Conselho paterno

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Isadora Nascimento Gomes

No decorrer deste ano, eu conheci uma nova amiga, o nome dela é Isadora. Com apenas 13 anos, Isadora tem vontade de se formara em designer. No momento ela mora em Jlle SC e já passou por várias escolas:Rui Barbosa ,Anna Maria Harger,e Zulma. Essa minha amiga, em vários sentidos legal tem uma ótima simpátia "essa é sua qualidade', e um defeito, sua mudança de humor .Para ter uma amizade, Isadora diz que as pessoas tem que ser sincera, ela gosta de um animal, o gato, gosta de pŕaticar natação e sua cor favorita é "roxo". Adora comer panquecas, e infelizmente sua a vida não é tão perfeita pois teve de enfrentar a separação dos pais. Falou que quer ser alguém na vida. Isadora diz que adora a banda Red Hot Chili Peppers, gosta de um escritor do qual o nome é Willian P. . Para ter uma amizade com ela não se pode ter falsidade e nesse ano la falou que pretende mudar de atitude e passar direto. Sua frase é "minhas cicatrizes são marcas do passado". Essa é minha nova amiga Isadora Nascimento Gomes. fim

terça-feira, 3 de abril de 2012

Livros

Livro é um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro. Em ciência da informação o livro é chamado monografia, para distingui-lo de outros tipos de publicação como revistas, periódicos, teses, tesauros, etc. O livro é um produto intelectual e, como tal, encerra conhecimento e expressões individuais ou colectivas. Mas também é nos dias de hoje um produto de consumo, um bem e sendo assim a parte final de sua produção é realizada por meios industriais (impressão e distribuição). A tarefa de criar um conteúdo passível de ser transformado em livro é tarefa do autor. Já a produção dos livros, no que concerne a transformar os originais em um produto comercializável, é tarefa do editor, em geral contratado por uma editora. Outra função associada ao livro é a coleta e organização e indexação de coleções de livros, típica do bibliotecário. Finalmente, destaca-se também o livreiro cuja função principal é de disponibilizar os livros editados ao público em geral, vendendo-os nas livrarias generalistas ou de especialidade. Compete também ao livreiro todo o trabalho de pesquisa que vá ao encontro da vontade dos leitores.A história do livro é uma história de inovações técnicas que permitiram a melhora da conservação dos volumes e do acesso à informação, da facilidade em manuseá-lo e produzi-lo. Esta história está intimamente ligada às contingências político-econômicas e à história de idéias e religiões.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reforama Ortografica

Arquivado em "Acordo Ortográfico"
ortografia
Uso do hífen em “sócio-fundador” e “socioeconômico”

Tags:Acordo Ortográfico, Hífen, nova ortografica, reforma ortográfica

“…a Brenco foi idealizada pelo empresário Ricardo Semler e tinha como sócios fundadores bilionários como James Wolfensohn (ex-presidente do Banco mUndial), Steve Case (fundador da AOL) e Vinod Kohsla (um dos findadoresda Sun Microsystems), entre outros.” Mesmo depois da reforma ortográfica, que, pelo menos em tese, simplifica o uso do hífen, há casos que continuam [...]

reforma-ortgrafica
Acento diferencial: Pode e pôde

Tags:acento diferencial, Acordo Ortográfico, nova ortografia, pode e pôde, pode pôde, reforma ortográfica

A maioria dos acentos diferenciais desapareceu na última reforma ortográfica, mas dois deles permanecem. É esse o caso do acento do verbo “pôr”, que continua distinguindo essa forma da preposição homônima (“por”) e do acento da forma de passado do verbo “poder” (“ontem ele pôde”), que a diferencia da forma do presente (“hoje ele pode”). [...]

Nova Ortografia - portunido
Nova ortografia pode confundir vestibulando

Tags:Acordo Ortográfico, nova ortografia, reforma ortográfica

Desde janeiro de 2009, as principais provas de vestibular e demais publicações do país adotam a nova ortografia. Apesar de a antiga forma de escrita ainda ser aceita, a orientação dos professores de cursinho é que o aluno já se acostume a utilizar as novas regras. Como esse período de transição pode confundir os alunos, [...]

reformaortografica
Reforma Ortográfica: “Benfeito” substitui “bem-feito”

Tags:Acordo Ortográfico, nova ortografica, prefixos, reforma ortográfica

Segundo a nova ortografia, algumas formas iniciadas pelo prefixo “bem-” sofrem alteração. Segundo o texto do reforma ortográfica, ocorre aglutinação na família do verbo “bem-fazer”, que agora se escreve “benfazer” (forma que, embora já existisse antes, não era recomendada pelo Houaiss). Assim, a antiga palavra “bem-feito” perde o hífen e passa a “benfeito”, obedecendo ao [...]

acento ditongo aberto
Nova Ortografia: Acento do ditongo aberto é eliminado nas paroxítonas

Tags:acento ditongo aberto, acentos ditongos, Acordo Ortográfico, nova ortografia, reforma ortográfico

Usando uma expressão empregada pelo gramático Evanildo Bechara, a língua portuguesa acaba de receber uma nova “vestimenta gráfica”, uniformizando-se em todos os países em que é o idioma oficial. Uma das alterações que nós, brasileiros, vamos sentir bastante é a supressão do acento agudo nos ditongos abertos em sílaba tônica. Em nosso país, a pronúncia [...]

hifen
Uso do hífen com prefixos

Tags:Acordo Ortográfico, hífen com prefixo, nova ortografia, reforma ortográfica, uso do hífen

1ª. Parte – Uso do hífen com prefixos: 1ª) Com os prefixos AUTO, CONTRA, EXTRA, INFRA, INTRA, NEO, PROTO, PSEUDO, SEMI, SUPRA e ULTRA, segundo o novo acordo ortográfico, só devemos usar hífen se a palavra seguinte começar por “h” ou vogal igual à vogal final do prefixo: auto-hipnose, auto-observação; contra-almirante, contra-ataque; extra-hepático; infra-assinado, infra-hepático; [...]

acentos
Fieis e fiéis: como se fica o acento com as novas regras?

Tags:Acordo Ortográfico, dica de acentuação, dica de português, novo acordo ortográfico, reforma ortográfica

Muita gente ainda faz confusão na hora de pôr em prática as novas regras de acentuação e hifenização. E quem pensa que o corretor ortográfico dos computadores resolve todos os problemas está sujeito a decepções. A maioria dos redatores já aprendeu que ideia perdeu o acento, assim como geleia, plateia, estreia, diarreia, cefaleia e tantas [...]

dictionary
Prof. Pasquale explica o uso do hífem com a Reforma Ortográfica

Tags:Acordo Ortográfico, novo acordo ortográfico, reforma ortográfica

Nas últimas semanas, trocamos duas palavras sobre alguns dos cuidados que é preciso tomar quando se consulta um dicionário. Falamos de palavras como “tergiversação”, “brioso”, “ululante” etc. Vimos que, em vez de esbravejar contra os dicionaristas, é melhor habituar-se à mecânica do processo, o que significa, por exemplo, ir direto à palavra primitiva (os verbos [...]

_reforma
Plural dos substantivos compostos

Tags:Acordo Ortográfico, dicas de gramática, Plural dos substantivos compostos, reforma ortográfica

Em virtude da Reforma Ortográfica e das mudanças que naturalmente ocorrem na língua dia a dia, esta unidade teve de ser refeita. As pluralizações que os dicionários apresentavam há cinco anos não são as mesmas apresentadas hoje. O que está apresentado aqui, portanto, não coincide com o que muitos livros de Gramática apresentam, pois estes [...]

reformaortografica
Período de adaptação do novo acordo ortográfico está acabando

Tags:Acordo Ortográfico, nova ortografia, novo acordo ortográfico, reforma ortográfica

Após três anos de adaptação do novo acordo ortográfico, que entrou em vigor desde o início de 2009, alguns brasileiros já estão aptos as alterações da gramática. Principais meios de comunicação, livros e escolas foram importantes nesse processo, que facilitaram o acesso as regras. De acordo com a legislação, a partir de 1° de janeiro [...]

Leia mais: http://www.reformaortografica.net/tag/acordo-ortografico/#ixzz1boQz1gHH

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Gêneros textuais: Diário

Nosso objetivo é apontar as características de um texto bastante comum em nosso cotidiano – o diário. Como você sabe, ele também é útil para um determinado tipo de comunicação, não é verdade? É bem possível que já tenha ouvido a expressão “segredo guardado a sete chaves”, sim? E acredite: o diário já vem acompanhado de algumas chaves. Será que sua função é somente armazenar aquilo que não temos vontade de revelar a ninguém? Pois bem, ele serve, além disso, para registrarmos os fatos ocorridos no dia a dia, expressarmos nossas ideias, emoções, desejos e até fazermos aquele desabafo que tanto nos incomoda. Sabia que esse gênero textual também permite que os fatos nele contidos sejam fictícios? Sim, semelhantemente ao texto narrativo, que nem sempre retrata uma história verdadeira, ele pode constituir-se de algo inventado, como, por exemplo, o Diário de Bridget Jones, do qual se originou até um filme. No que se refere à estrutura, podemos dizer que não segue uma estrutura específica, quando comparado a tantos outros. Mas normalmente apresenta algumas estruturas, as quais já fazem parte do nosso conhecimento, representadas por: - Vocativo – Como não está escrevendo para uma pessoa específica, mas sim para você mesmo (a), pode começar assim: “Meu querido diário”... - A data – essa parte é essencial, pois daqui a uns vinte anos, poderá rever o que registrou numa determinada ocasião. - Desenvolvimento – trata-se da parte na qual registrará as informações que desejar, não se esquecendo dos detalhes mais importantes, certo? - Por fim, a assinatura, evidenciando o autor (a) do texto. Agora, você já sabe, quando quiser registrar fatos marcantes que aconteceram na sua vida, ou até mesmo fazer algumas anotações importantes para posteriormente revê-las, recorra a este gênero que acabamos de conhecer!!!